domingo, 5 de julho de 2026

CARTA ABERTA DA FNS-B AOS SENADORES E ÀS SENADORAS PELO FIM DA ESCALA 6X1!

 A Federação Nacional dos Sociólogos – Brasil, fundada em 19 de julho de 1989, consolidou a união das antigas associações profissionais e sindicatos estaduais da categoria para representar os interesses trabalhistas e lutar pela profissão de sociólogo e socióloga no Brasil. Em 18 e 19 de julho de 2014, num encontro de entidades sindicais de sociólogos do país, realizado no Rio de Janeiro, depois de alguns anos de inatividade, a Federação dos Sociólogos foi reorganizada.

Nesse momento de efervescência política, fenômeno que marca todo ano eleitoral no Brasil, a FNS-B dirige-se a V.Exa. e aos demais Senadores e Senadoras da República em defesa da PEC que põe fim a escala 6x1, já aprovada na Câmara Federal. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019) que propõe o fim da escala 6x1 está travada no Senado Federal. A matéria aprovada pela Câmara dos Deputados aguarda definição de rito por parte da vossa Presidência.

O fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho por um de descanso, durante a semana), através de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), tem gerado intensos debates sobre seus possíveis impactos na economia brasileira.

Entidades empresariais, como Fecomércio-SC (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina) e Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), apoiadas pela oligomídia, apontam sérios riscos para os negócios e o emprego em caso de aprovação da PEC do fim da escala 6×1. Os empresários alegam que o fim dessa escala acarretaria a inviabilidade de setores que dependem fortemente de mão de obra, como restaurantes, comércio no varejo, turismo e saúde, o aumento do custo, risco de desemprego, ameaça de aumento da informalidade na economia e pressão inflacionária devido ao aumento dos gastos com mão de obra.

Sabemos que esses são velhos e carcomidos argumentos, sempre usados contra as reivindicações da classe trabalhadora ao longo da história. Vimos argumentos similares serem levantados por ocasião da instituição do salário mínimo, em 1936, quando da criação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), em 1943, na ocasião da aprovação da lei do 13º salário, em 1962, dentre tantas outras reivindicações e conquistas históricas dos trabalhadores e trabalhadoras. De todas essas lutas, talvez a aprovação do 13º salário tenha sido aquela que ocorreu dentro do mais intenso embate ideológico entre as classes sociais no Brasil. A aprovação do 13º se deu dentro do contexto das lutas pelas reformas de base, durante a presidência de João Goulart. Seu governo se estendeu de 1961 a 1964 e ficou marcado pela polarização entre esquerda e direita, tendo sofrido um golpe de estado em 1964.

Grandes batalhas também foram travadas no interior da Assembleia Nacional Constituinte (1987-1988). Podemos destacar, dentre outras, a luta pela redução da jornada de trabalho. Desde longa data, o movimento sindical reivindicava a redução da jornada para 40 horas semanais. Depois de intensos debates na Constituinte, a bancada progressista conseguiu a redução da jornada de 48 para 44 horas semanais.

Hoje, a luta pela redução da jornada de trabalho se insere dentro de um contexto histórico de intensa polarização e grandes embates. Pesquisa produzida pela consultoria econômica Germinal sobre os impactos socioeconômicos relativos ao fim da escala 6×1 desconstroem as narrativas empresariais e da grande mídia. O estudo demonstra que a redução da jornada de trabalho, ao contrário de tudo o que a mídia oligopolista diz, geraria a criação de novos empregos, promoveria ganhos de produtividade, reduziria a desigualdade social, aumentaria o PIB e provocaria um efeito multiplicador de consumo (ICL – Notícias, em 20/3/26). Segundo os autores, embora a pesquisa tenha sido feita em Santa Catarina, ela pode ser extrapolada para todo o Brasil. Pesquisa de opinião do Datafolha demonstra também que 71% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6×1.

A redução da jornada de trabalho é uma luta histórica da classe trabalhadora. Países como Holanda, Alemanha, Irlanda, Itália, Austrália, França, dentre outros, reduziram suas jornadas de trabalho semanais para menos de 40 horas com grande sucesso e graças à luta travada pelos trabalhadores e trabalhadoras dessas nações.

A Marcha da Classe Trabalhadora à Brasília, ocorrida no dia 15 de abril deste ano, promovida pelas centrais sindicais (CUT, CTB e outras centrais), reuniu milhares de trabalhadores para entregar suas pautas de reivindicação ao Governo Federal e ao Congresso Nacional e tem como centro das reivindicações o fim da escala 6×1.

Assim, solicitamos a V.Exa. que destrave a tramitação da PEC do fim da escala 6x1 e a ponha em votação. Temos certeza que esse egrégio Senado ficará ao lado do povo brasileiro, como sempre esteve em memoráveis lutas, votando favoravelmente pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salário!

domingo, 31 de maio de 2026

Adilson Araújo defende fim da escala 6×1 e destaca impacto da medida na vida das mulheres

 

O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo,defendeu o fim da escala 6×1 durante participação na abertura do no 7º Encontro de Mulheres da CTB realizado na tarde desta sexta-feira (29). Em sua fala, o Adilson criticou declarações contrárias à redução da jornada de trabalho e destacou os avanços recentes na valorização dos trabalhadores.

Ao comentar uma declaração feita durante audiência pública na Câmara dos Deputados, o dirigente afirmou que esse tipo de posicionamento representa uma visão ultrapassada das relações de trabalho. “Essa opinião é parte de uma visão predatória daquilo que predominou por três séculos e meio no tempo da escravidão”, declarou.

Segundo o presidente da CTB, o país vive um momento de importantes conquistas para a classe trabalhadora. Ele citou a aprovação da igualdade salarial entre homens e mulheres e a discussão sobre o fim da escala 6×1 como exemplos de avanços recentes.

“Nós estamos bem perto de assistir à possibilidade de pôr fim à extenuante e exaustiva escala 6×1”, afirmou.

Durante o discurso, Araújo ressaltou que a redução da jornada teria impacto ainda mais significativo na vida das mulheres.

“Se a redução da jornada de trabalho importa muito à vida da nossa gente, eu diria mais ainda à vida das mulheres”, disse.

O dirigente destacou que muitas trabalhadoras enfrentam uma dupla jornada, acumulando responsabilidades profissionais e domésticas. Para ele, essa realidade torna ainda mais urgente a discussão sobre melhores condições de trabalho.

Ao defender a proposta, Adilson citou experiências internacionais que associam jornadas menores ao aumento da produtividade e à geração de empregos. Ele também criticou os baixos salários praticados no país e apontou que muitos jovens acabam buscando alternativas de renda fora dos modelos tradicionais de contratação.

Na parte final da fala, o presidente da CTB reforçou a importância da organização política e sindical para a conquista de novos direitos.

“As coisas podem melhorar, mas dependem muito de uma mudança política substancial”, afirmou.

Adilson também fez um chamado à mobilização dos trabalhadores e dirigentes sindicais.

“O nosso papel efetivamente no movimento sindical é lutar, transformar e ser revolucionário, é ter a capacidade de promover as transformações do nosso tempo”, concluiu

·         liviabruna

·         maio 29, 2026

·         3:56 pm

Link: https://www.ctb.org.br/2026/05/29/adilson-araujo-defende-fim-da-escala-6x1-e-destaca-impacto-da-medida-na-vida-das-mulheres/

 

 

 

O Fim da Escala 6×1 é Tendência Mundial: O Brasil Não Pode Ficar no Atraso

 

A luta pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho ganhou força definitiva no Brasil, mas essa não é uma batalha isolada. Ao redor do mundo, nações desenvolvidas e vizinhos latino-americanos já entenderam que o bem-estar do trabalhador é o motor da produtividade moderna. A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) reafirma que a dignidade humana deve prevalecer sobre modelos de exploração ultrapassados.

“O Brasil precisa superar o atraso. Enquanto países desenvolvidos testam a semana de quatro dias, nós lutamos pelo básico: dois dias de descanso. O fim da escala 6×1 é um passo fundamental para humanizar as relações de trabalho e combater o adoecimento da nossa base. Nossa mobilização será total até que o descanso digno seja um direito garantido.”, afirma Paulo Farias, presidente da CTB-RJ.

Enquanto o Brasil ainda debate a transição, diversos países já consolidaram jornadas que garantem mais tempo livre. Na Europa, países como Noruega, Dinamarca e Alemanha adotam jornadas semanais que variam entre 35 e 38 horas, tornando a escala 6×1 praticamente inexistente. A Islândia tornou-se um caso de sucesso absoluto ao testar a semana de 4 dias, provando que menos horas trabalhadas resultam em trabalhadores mais felizes e empresas mais eficientes.

Na América Latina, a mudança já começou. O Chile aprovou a redução gradual para 40 horas semanais, e a Colômbia segue o mesmo caminho. No México, o debate para reduzir a jornada de 48 para 40 horas está no centro da pauta legislativa, mostrando que a região busca superar o atraso colonial na relação capital-trabalho.

Para a CTB, o Brasil precisa se espelhar nos exemplos de vanguarda.

A CTB segue firme na pressão junto ao Congresso Nacional para que a PEC que acaba com a escala 6×1 seja votada favoravelmente, no próximo dia 27 de maio. Não se trata apenas de descansar mais, mas de viver melhor, gerar mais empregos e modernizar a economia brasileira de forma justa e humana.

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Faltam 28 dias: CTB reforça mobilização para a Cúpula Pública Mundial em Salvador e destaca presenças confirmadas

Faltam apenas 28 dias para a realização da Cúpula Pública Mundial “O Mundo Novo: América Latina e a Construção do Futuro Compartilhado”, que acontece nos dias 16 e 17 de junho, em Salvador (BA). Organizado em cooperação com a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o encontro integra a programação da Assembleia dos Povos do Mundo e deve reunir cerca de 500 participantes entre lideranças sociais, representantes políticos, acadêmicos e delegações internacionais da América Latina, Caribe, África, Rússia e Oriente Médio.

Com as inscrições abertas, a CTB reforça o convite para que dirigentes sindicais, militantes e representantes dos movimentos sociais garantam presença em um dos mais importantes espaços de debate e articulação internacional voltados à construção de um futuro mais justo, soberano e multipolar.

Inscreva-se aqui: https://forms.gle/WibvK9n7uqJtGZmk9

A programação da cúpula já começa a ganhar destaque com a confirmação de importantes nomes do cenário político, sindical e intelectual da América Latina. Entre os participantes já anunciados estão a professora, escritora e referência no debate sobre educação antirracista Bárbara Carine, além do senador uruguaio Óscar Andrade, dirigente histórico do movimento sindical e uma das principais vozes progressistas do Uruguai.

A expectativa é reunir lideranças comprometidas com a defesa da soberania dos povos, da integração regional e da construção de alternativas diante das transformações econômicas, sociais e geopolíticas que marcam a reorganização da ordem mundial.

Para a CTB, a participação ativa nesse processo é fundamental para fortalecer a articulação internacional da classe trabalhadora e ampliar o protagonismo do Sul Global na defesa de um novo modelo de desenvolvimento baseado na justiça social, na solidariedade entre os povos e na sustentabilidade.

A programação contará com painéis, fóruns e espaços de debate sobre temas estratégicos para o futuro compartilhado, como desenvolvimento econômico e social, cultura e identidade dos povos, juventude e participação política, tecnologia e inovação, sustentabilidade ambiental, diplomacia pública e relações internacionais.

A abertura oficial está prevista para o dia 16 de junho, às 14h, em local que será confirmado em breve na capital baiana.

Mais do que um encontro internacional, a Cúpula Pública Mundial se apresenta como um espaço de construção coletiva e fortalecimento das redes de cooperação e solidariedade entre os povos. A expectativa dos organizadores é consolidar propostas concretas e ampliar o papel da América Latina nos debates globais sobre os caminhos para um mundo mais equilibrado, democrático e compartilhado.

A CTB convida suas entidades filiadas, lideranças sindicais e toda a militância a participarem deste importante momento de diálogo e articulação internacional. Ainda dá tempo de garantir sua vaga e fazer parte da construção desse futuro compartilhado.

 

LINK: https://www.ctb.org.br/2026/05/18/faltam-28-dias-ctb-reforca-mobilizacao-para-a-cupula-publica-mundial-em-salvador-e-destaca-presencas-confirmadas/

FONTE: SITE DA CTB

terça-feira, 12 de maio de 2026

 

Saúde Mental na NR-1: CTB debate o adoecimento da classe trabalhadora em dia de luta e memória

·          29 de abril de 2026

·         Publicado por: Marcios Mauricio

·         Categorias: Notícias CTB Nacional, Notícias CTB-RJ

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https://ctbrj.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Liberdade-a-Cilia-e-Maduro.png

Na tarde desta terça-feira (28/04), a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) realizou um debate fundamental para marcar o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho e o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. O evento, realizado no auditório do SEC-RJ, no centro do Rio, reuniu trabalhadores, sindicalistas e lideranças sob o tema: “A saúde mental do trabalhador entrou na NR-1. E agora, Sindicato?”.

“Nesta terça-feira, não há nada para comemorar. É um dia de memória, reflexão e, acima de tudo, luta! Precisamos enfrentar de frente a precarização, a terceirização e o adoecimento físico e mental que assolam a classe trabalhadora”, alertou a secretária de Saúde do Trabalhador da CTB, Dani Moretti,

O seminário focou em questões que afligem o cotidiano laboral: Você já sentiu que o trabalho está te esgotando? O que as novas regras da NR-1 (item 1.5) dizem sobre isso? Com a atualização da norma, a gestão de riscos ocupacionais passou a incluir, de forma mais direta, os riscos psicossociais, colocando a saúde mental no centro da estratégia sindical.

O evento contou com palestras técnicas e análises profundas sobre o cenário atual:

·         Eduardo Bonfim (DIESAT): O coordenador técnico do Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho trouxe a visão científica e popular sobre a ecologia humana no trabalho.

·         Vanius Corte (MTE): O Auditor Fiscal do Trabalho detalhou as exigências legais e a fiscalização necessária para que as empresas cumpram o que determina a nova NR-1.

·         Carlos Bernardo (SEC-RJ): Técnico de Segurança do Trabalho e membro da CIPA, Bernardo trouxe a visão prática do chão de loja e a importância da atuação sindical direta na base dos comerciários.

Dani Moretti reforçou que problemas como assédio moral, metas abusivas e condições precárias são armas que colocam em risco a vida de milhões de brasileiros. “A CTB segue mobilizando os sindicatos e cobrando do Estado políticas públicas que garantam trabalho digno e proteção à vida”, pontuou.

O seminário reafirmou que a segurança do trabalho não pode ser vista apenas como o uso de equipamentos de proteção física, mas como a garantia de que o trabalhador não perderá sua sanidade mental no exercício de sua profissão.

CTB: A luta pela vida é a nossa prioridade!

LINK: https://ctbrj.org.br/saude-mental-na-nr-1-ctb-debate-o-adoecimento-da-classe-trabalhadora-em-dia-de-luta-e-memoria/

 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

VIVA O DIA INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES E DAS TRABALHADORAS!

A FNS-B – Federação Nacional dos Sociólogos-Brasil – vem se unir aos trabalhadores e trabalhadoras, neste primeiro de maio, na defesa da ampliação dos direitos trabalhistas e da cidadania, pelo fim da escala 6X1 (seis dias de trabalho por um de descanso), pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário e contra qualquer tipo de violência sofrida pelas mulheres.

O Dia Internacional do Trabalhador e das Trabalhadoras não é só uma data comemorativa, é, acima de tudo, uma data de memória, luta e mobilização da classe trabalhadora por mais direitos. Hoje, 1 de maio de 2026, a classe trabalhadora sairá às ruas e realizará manifestações em todo o Brasil tendo como eixo principal a luta contra a escala 6X1.

A redução da jornada de trabalho é uma luta histórica da classe trabalhadora. Países como Holanda, Alemanha, Irlanda, Itália, Austrália, França, dentre outros, reduziram suas jornadas de trabalho semanais para menos de 40 horas com grande sucesso e graças a luta travada pelos trabalhadores e trabalhadoras dessas nações.

Estudos científicos demostram, ao contrário do que toda a grande mídia divulga e em oposição à narrativa das entidades empresariais, que a redução da jornada de trabalho gerará a criação de novos empregos, promoverá ganhos de produtividade, reduzirá a desigualdade social, aumentará o PIB e provocará o crescimento do consumo.

 

No Brasil, as bandeiras pelo fim da 6x1 e pela redução da jornada de trabalho semanal unificou as lutas das centrais sindicais e é uma das propostas do Governo Lula, que enviou PL para o Congresso Nacional propondo a redução da jornada de trabalho sem redução de salário. Essas bandeiras de lutas precisam estar nas campanhas de toda a base do movimento sindical. A Marcha da Classe Trabalhadora à Brasília, ocorrida no dia 15 de abril, promovida pelas centrais sindicais (CUT, CTB e outras centrais), reuniu milhares de trabalhadores para entregar suas pautas de reivindicação ao Governo Federal e ao Congresso Nacional, tendo como centro das reivindicações o fim da escala 6x1.

 

A violência contra a mulher também é um fato muito grave que atinge a sociedade brasileira. A violência contra a mulher no Brasil atingiu níveis críticos em 2025, com média de 4 mulheres assassinadas diariamente por motivação de gênero, a maior média desde 2015. Cerca de 3,7 milhões de mulheres sofreram violência doméstica em 2025, com 70% das agressões ocorrendo dentro de casa e 88% das mulheres relatando violência psicológica. A violência contra a mulher também ocorre no âmbito do trabalho, através das diferentes formas de assédio, salários mais baixos, demissões depois da gravide, dentre muitas outras.

 

A luta contra toda forma de violência sofrida pelas mulheres precisa também ser uma das pautas centrais de todas as mobilizações de trabalhadores e trabalhadoras do país. A FNS-B é uma das entidades nacionais do movimento sindical que tem se manifestado firmemente em defesa da Mulher!

 

A história demonstra que direitos e melhorias das condições sociais só são conquistados com luta. A FNS-B conclama todos os Sociólogos e Sociólogas a se unirem aos demais movimentos sociais na defesa dos direitos do Povo Brasileiro.

 

FNS-B – FEDERAÇÃO NACIONAL DOS SOCIÓLOGOS - BRASIL

segunda-feira, 20 de abril de 2026