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quarta-feira, 22 de julho de 2026
sábado, 18 de julho de 2026
Juros Altos Sufocam o Brasil, a Luta por Juros Baixos é a Chave para a Retomada
Por Adilson Araújo, Presidente da CTB
Caros companheiros e
companheiras, trabalhadores e trabalhadoras do Brasil!
A Central dos Trabalhadores e
Trabalhadoras do Brasil (CTB) tem um posicionamento firme e inegociável: a
redução dos juros no país é a chave para uma economia viva e pulsante. Não se
trata apenas de números e índices; é uma pauta que se traduz diretamente em
melhorias concretas para a classe trabalhadora e todo o povo brasileiro,
significando geração de emprego, aumento de renda e mais dignidade para as
famílias.
O Comitê de Política Monetária
(Copom), em suas reuniões que ocorrem a cada 45 dias para redefinir a taxa
Selic, tem mantido o índice em patamares inaceitavelmente elevados. Nos três
últimos encontros – julho, setembro e novembro – a decisão foi de manter a taxa
em 15% ao ano. E os comunicados recentes dão indícios de que essa manutenção
deve se repetir na reunião desta semana.
O principal argumento defendido
pela autoridade monetária para justificar a Selic elevada é o controle da
inflação. No entanto, esse uso da taxa básica de juros é cada vez mais
questionado. Os registros dos últimos anos mostram que o aumento de preços de
bens e serviços tem se mantido sob controle. Além disso, os movimentos
inflacionários que temos sentido no Brasil, como a alta nos preços de alimentos
e energia, estão muito mais relacionados a questões sazonais, como problemas
ambientais ou geopolíticos. Sobre estes fatores, a elevação dos juros tem pouca
ou nenhuma influência efetiva.
Manter a taxa Selic em 15% ao ano
é uma escolha que asfixia a produção, encarece o crédito, inibe o investimento
e, no fim das contas, penaliza o crescimento, o emprego e, sobretudo, a vida da
classe trabalhadora.
Juntos na Luta: Ato Contra os
Juros Altos
Nós da CTB nos juntamos às demais
centrais sindicais e fomos às ruas, no último dia 09, mesmo debaixo de chuva,
para protestar contra as avaliações do Copom e sua teimosia em manter os juros
altos. Esta não é uma luta isolada; esta é uma pauta que interessa a todos os
trabalhadores e, por isso, a CTB acredita que deve ser mobilizada
nacionalmente.
Juros mais baixos significam mais
dignidade, mais desenvolvimento e mais oportunidade para o Brasil.
Por isso, o chamado é para
unirmos nossas forças e vozes!
É hora de lutar por um Brasil com
menos juros e mais oportunidades! A nossa mobilização é a ferramenta para
mudarmos essa realidade.
Adilson Araújo Presidente da CTB
Fonte: CTB/RJ
Link: https://ctbrj.org.br/juros-altos-sufocam-o-brasil-a-luta-por-juros-baixos-e-a-chave-para-a-retomada/
domingo, 5 de julho de 2026
CARTA ABERTA DA FNS-B AOS SENADORES E ÀS SENADORAS PELO FIM DA ESCALA 6X1!
A Federação Nacional dos Sociólogos – Brasil, fundada em 19 de julho de 1989, consolidou a união das antigas associações profissionais e sindicatos estaduais da categoria para representar os interesses trabalhistas e lutar pela profissão de sociólogo e socióloga no Brasil. Em 18 e 19 de julho de 2014, num encontro de entidades sindicais de sociólogos do país, realizado no Rio de Janeiro, depois de alguns anos de inatividade, a Federação dos Sociólogos foi reorganizada.
Nesse momento de efervescência política, fenômeno que marca todo ano eleitoral no Brasil, a FNS-B dirige-se a V.Exa. e aos demais Senadores e Senadoras da República em defesa da PEC que põe fim a escala 6x1, já aprovada na Câmara Federal. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019) que propõe o fim da escala 6x1 está travada no Senado Federal. A matéria aprovada pela Câmara dos Deputados aguarda definição de rito por parte da vossa Presidência.
O fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho por um de descanso, durante a semana), através de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), tem gerado intensos debates sobre seus possíveis impactos na economia brasileira.
Entidades empresariais, como Fecomércio-SC (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina) e Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), apoiadas pela oligomídia, apontam sérios riscos para os negócios e o emprego em caso de aprovação da PEC do fim da escala 6×1. Os empresários alegam que o fim dessa escala acarretaria a inviabilidade de setores que dependem fortemente de mão de obra, como restaurantes, comércio no varejo, turismo e saúde, o aumento do custo, risco de desemprego, ameaça de aumento da informalidade na economia e pressão inflacionária devido ao aumento dos gastos com mão de obra.
Sabemos que esses são velhos e carcomidos argumentos, sempre usados contra as reivindicações da classe trabalhadora ao longo da história. Vimos argumentos similares serem levantados por ocasião da instituição do salário mínimo, em 1936, quando da criação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), em 1943, na ocasião da aprovação da lei do 13º salário, em 1962, dentre tantas outras reivindicações e conquistas históricas dos trabalhadores e trabalhadoras. De todas essas lutas, talvez a aprovação do 13º salário tenha sido aquela que ocorreu dentro do mais intenso embate ideológico entre as classes sociais no Brasil. A aprovação do 13º se deu dentro do contexto das lutas pelas reformas de base, durante a presidência de João Goulart. Seu governo se estendeu de 1961 a 1964 e ficou marcado pela polarização entre esquerda e direita, tendo sofrido um golpe de estado em 1964.
Grandes batalhas também foram travadas no interior da Assembleia Nacional Constituinte (1987-1988). Podemos destacar, dentre outras, a luta pela redução da jornada de trabalho. Desde longa data, o movimento sindical reivindicava a redução da jornada para 40 horas semanais. Depois de intensos debates na Constituinte, a bancada progressista conseguiu a redução da jornada de 48 para 44 horas semanais.
Hoje, a luta pela redução da jornada de trabalho se insere dentro de um contexto histórico de intensa polarização e grandes embates. Pesquisa produzida pela consultoria econômica Germinal sobre os impactos socioeconômicos relativos ao fim da escala 6×1 desconstroem as narrativas empresariais e da grande mídia. O estudo demonstra que a redução da jornada de trabalho, ao contrário de tudo o que a mídia oligopolista diz, geraria a criação de novos empregos, promoveria ganhos de produtividade, reduziria a desigualdade social, aumentaria o PIB e provocaria um efeito multiplicador de consumo (ICL – Notícias, em 20/3/26). Segundo os autores, embora a pesquisa tenha sido feita em Santa Catarina, ela pode ser extrapolada para todo o Brasil. Pesquisa de opinião do Datafolha demonstra também que 71% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6×1.
A redução da jornada de trabalho é uma luta histórica da classe trabalhadora. Países como Holanda, Alemanha, Irlanda, Itália, Austrália, França, dentre outros, reduziram suas jornadas de trabalho semanais para menos de 40 horas com grande sucesso e graças à luta travada pelos trabalhadores e trabalhadoras dessas nações.
A Marcha da Classe Trabalhadora à Brasília, ocorrida no dia 15 de abril deste ano, promovida pelas centrais sindicais (CUT, CTB e outras centrais), reuniu milhares de trabalhadores para entregar suas pautas de reivindicação ao Governo Federal e ao Congresso Nacional e tem como centro das reivindicações o fim da escala 6×1.
Assim, solicitamos a V.Exa. que destrave a tramitação da PEC do fim da escala 6x1 e a ponha em votação. Temos certeza que esse egrégio Senado ficará ao lado do povo brasileiro, como sempre esteve em memoráveis lutas, votando favoravelmente pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salário!
domingo, 31 de maio de 2026
Adilson Araújo defende fim da escala 6×1 e destaca impacto da medida na vida das mulheres
O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo,defendeu o fim da escala 6×1 durante participação na abertura do no 7º Encontro de Mulheres da CTB realizado na tarde desta sexta-feira (29). Em sua fala, o Adilson criticou declarações contrárias à redução da jornada de trabalho e destacou os avanços recentes na valorização dos trabalhadores.
Ao comentar uma declaração feita durante audiência pública na Câmara dos
Deputados, o dirigente afirmou que esse tipo de posicionamento representa uma
visão ultrapassada das relações de trabalho. “Essa opinião é parte de uma visão
predatória daquilo que predominou por três séculos e meio no tempo da
escravidão”, declarou.
Segundo o presidente da CTB, o país vive um momento de importantes
conquistas para a classe trabalhadora. Ele citou a aprovação da igualdade
salarial entre homens e mulheres e a discussão sobre o fim da escala 6×1 como
exemplos de avanços recentes.
“Nós estamos bem perto de assistir à possibilidade de pôr fim à
extenuante e exaustiva escala 6×1”, afirmou.
Durante o discurso, Araújo ressaltou que a redução da jornada teria
impacto ainda mais significativo na vida das mulheres.
“Se a redução da jornada de trabalho importa muito à vida da nossa
gente, eu diria mais ainda à vida das mulheres”, disse.
O dirigente destacou que muitas trabalhadoras enfrentam uma dupla
jornada, acumulando responsabilidades profissionais e domésticas. Para ele,
essa realidade torna ainda mais urgente a discussão sobre melhores condições de
trabalho.
Ao defender a proposta, Adilson citou experiências internacionais que
associam jornadas menores ao aumento da produtividade e à geração de empregos.
Ele também criticou os baixos salários praticados no país e apontou que muitos
jovens acabam buscando alternativas de renda fora dos modelos tradicionais de
contratação.
Na parte final da fala, o presidente da CTB reforçou a importância da
organização política e sindical para a conquista de novos direitos.
“As coisas podem melhorar, mas dependem muito de uma mudança política
substancial”, afirmou.
Adilson também fez um chamado à mobilização dos trabalhadores e
dirigentes sindicais.
“O nosso papel efetivamente no movimento sindical é lutar, transformar e
ser revolucionário, é ter a capacidade de promover as transformações do nosso
tempo”, concluiu
·
3:56 pm
O Fim da Escala 6×1 é Tendência Mundial: O Brasil Não Pode Ficar no Atraso
A luta pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho ganhou força definitiva no Brasil, mas essa não é uma batalha isolada. Ao redor do mundo, nações desenvolvidas e vizinhos latino-americanos já entenderam que o bem-estar do trabalhador é o motor da produtividade moderna. A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) reafirma que a dignidade humana deve prevalecer sobre modelos de exploração ultrapassados.
“O Brasil precisa superar o atraso. Enquanto países
desenvolvidos testam a semana de quatro dias, nós lutamos pelo básico: dois
dias de descanso. O fim da escala 6×1 é um passo fundamental para humanizar as
relações de trabalho e combater o adoecimento da nossa base. Nossa mobilização
será total até que o descanso digno seja um direito garantido.”, afirma Paulo
Farias, presidente da CTB-RJ.
Enquanto o Brasil ainda debate a transição, diversos países
já consolidaram jornadas que garantem mais tempo livre. Na Europa, países como
Noruega, Dinamarca e Alemanha adotam jornadas semanais que variam entre 35 e 38
horas, tornando a escala 6×1 praticamente inexistente. A Islândia tornou-se um
caso de sucesso absoluto ao testar a semana de 4 dias, provando que menos horas
trabalhadas resultam em trabalhadores mais felizes e empresas mais eficientes.
Na América Latina, a mudança já começou. O Chile aprovou a
redução gradual para 40 horas semanais, e a Colômbia segue o mesmo caminho. No
México, o debate para reduzir a jornada de 48 para 40 horas está no centro da
pauta legislativa, mostrando que a região busca superar o atraso colonial na
relação capital-trabalho.
Para a CTB, o Brasil precisa se espelhar nos exemplos de
vanguarda.
A CTB segue firme na pressão junto ao Congresso Nacional
para que a PEC que acaba com a escala 6×1 seja votada favoravelmente, no
próximo dia 27 de maio. Não se trata apenas de descansar mais, mas de viver
melhor, gerar mais empregos e modernizar a economia brasileira de forma justa e
humana.
- 14
de maio de 2026
- Publicado
por: Marcios Mauricio
- Categorias: Notícias
CTB Nacional, Notícias CTB-RJ
- Link:
https://ctbrj.org.br/o-fim-da-escala-6x1-e-tendencia-mundial-o-brasil-nao-pode-ficar-no-atraso/
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Faltam 28 dias: CTB reforça mobilização para a Cúpula Pública Mundial em Salvador e destaca presenças confirmadas
Faltam apenas 28 dias para a realização da Cúpula Pública Mundial “O Mundo Novo: América Latina e a Construção do Futuro Compartilhado”, que acontece nos dias 16 e 17 de junho, em Salvador (BA). Organizado em cooperação com a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o encontro integra a programação da Assembleia dos Povos do Mundo e deve reunir cerca de 500 participantes entre lideranças sociais, representantes políticos, acadêmicos e delegações internacionais da América Latina, Caribe, África, Rússia e Oriente Médio.
Com as inscrições abertas, a CTB reforça o convite para que
dirigentes sindicais, militantes e representantes dos movimentos sociais
garantam presença em um dos mais importantes espaços de debate e articulação
internacional voltados à construção de um futuro mais justo, soberano e
multipolar.
Inscreva-se aqui: https://forms.gle/WibvK9n7uqJtGZmk9
A programação da cúpula já começa a ganhar destaque com a
confirmação de importantes nomes do cenário político, sindical e intelectual da
América Latina. Entre os participantes já anunciados estão a professora,
escritora e referência no debate sobre educação antirracista Bárbara
Carine, além do senador uruguaio Óscar Andrade, dirigente
histórico do movimento sindical e uma das principais vozes progressistas do
Uruguai.
A expectativa é reunir lideranças comprometidas com a defesa
da soberania dos povos, da integração regional e da construção de alternativas
diante das transformações econômicas, sociais e geopolíticas que marcam a
reorganização da ordem mundial.
Para a CTB, a participação ativa nesse processo é
fundamental para fortalecer a articulação internacional da classe trabalhadora
e ampliar o protagonismo do Sul Global na defesa de um novo modelo de
desenvolvimento baseado na justiça social, na solidariedade entre os povos e na
sustentabilidade.
A programação contará com painéis, fóruns e espaços de
debate sobre temas estratégicos para o futuro compartilhado, como
desenvolvimento econômico e social, cultura e identidade dos povos, juventude e
participação política, tecnologia e inovação, sustentabilidade ambiental,
diplomacia pública e relações internacionais.
A abertura oficial está prevista para o dia 16 de
junho, às 14h, em local que será confirmado em breve na capital baiana.
Mais do que um encontro internacional, a Cúpula Pública
Mundial se apresenta como um espaço de construção coletiva e fortalecimento das
redes de cooperação e solidariedade entre os povos. A expectativa dos
organizadores é consolidar propostas concretas e ampliar o papel da América
Latina nos debates globais sobre os caminhos para um mundo mais equilibrado,
democrático e compartilhado.
A CTB convida suas entidades filiadas, lideranças sindicais
e toda a militância a participarem deste importante momento de diálogo e
articulação internacional. Ainda dá tempo de garantir sua vaga e fazer
parte da construção desse futuro compartilhado.
LINK: https://www.ctb.org.br/2026/05/18/faltam-28-dias-ctb-reforca-mobilizacao-para-a-cupula-publica-mundial-em-salvador-e-destaca-presencas-confirmadas/
FONTE: SITE DA CTB
terça-feira, 12 de maio de 2026
Saúde Mental na NR-1: CTB debate o adoecimento da classe trabalhadora em
dia de luta e memória
·
29 de abril de 2026
·
Publicado por: Marcios Mauricio
·
Categorias: Notícias CTB Nacional, Notícias CTB-RJ

Na tarde desta
terça-feira (28/04), a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras
do Brasil) realizou um debate fundamental para marcar o Dia
Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho e o Dia Nacional em
Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. O evento, realizado
no auditório do SEC-RJ, no centro do Rio, reuniu trabalhadores, sindicalistas e
lideranças sob o tema: “A saúde mental do trabalhador entrou na NR-1. E
agora, Sindicato?”.
“Nesta terça-feira,
não há nada para comemorar. É um dia de memória, reflexão e, acima de tudo,
luta! Precisamos enfrentar de frente a precarização, a terceirização e o
adoecimento físico e mental que assolam a classe trabalhadora”, alertou a
secretária de Saúde do Trabalhador da CTB, Dani Moretti,
O seminário focou
em questões que afligem o cotidiano laboral: Você já sentiu que o
trabalho está te esgotando? O que as novas regras da NR-1 (item 1.5) dizem
sobre isso? Com a atualização da norma, a gestão de riscos
ocupacionais passou a incluir, de forma mais direta, os riscos psicossociais,
colocando a saúde mental no centro da estratégia sindical.
O evento contou com
palestras técnicas e análises profundas sobre o cenário atual:
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Eduardo Bonfim (DIESAT): O coordenador
técnico do Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos
Ambientes de Trabalho trouxe a visão científica e popular sobre a ecologia
humana no trabalho.
·
Vanius Corte (MTE): O Auditor
Fiscal do Trabalho detalhou as exigências legais e a fiscalização necessária
para que as empresas cumpram o que determina a nova NR-1.
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Carlos Bernardo (SEC-RJ): Técnico de
Segurança do Trabalho e membro da CIPA, Bernardo trouxe a visão prática do chão
de loja e a importância da atuação sindical direta na base dos comerciários.
Dani Moretti
reforçou que problemas como assédio moral, metas abusivas e condições precárias
são armas que colocam em risco a vida de milhões de brasileiros. “A CTB segue
mobilizando os sindicatos e cobrando do Estado políticas públicas que garantam
trabalho digno e proteção à vida”, pontuou.
O seminário
reafirmou que a segurança do trabalho não pode ser vista apenas como o uso de
equipamentos de proteção física, mas como a garantia de que o trabalhador não
perderá sua sanidade mental no exercício de sua profissão.
CTB: A luta pela vida é a nossa prioridade!
LINK: https://ctbrj.org.br/saude-mental-na-nr-1-ctb-debate-o-adoecimento-da-classe-trabalhadora-em-dia-de-luta-e-memoria/
