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quinta-feira, 22 de agosto de 2024
Agosto Lilás: Pelo Fim da Violência Contra a Mulher!
Agosto Lilás: Pelo Fim da Violência Contra a Mulher!
A Campanha Agosto Lilás é uma iniciativa essencial para sensibilizar e mobilizar a sociedade brasileira no combate à violência contra a mulher. Esse mês é dedicado a ações de conscientização que visam reforçar a Lei Maria da Penha, uma das mais avançadas legislações do mundo no enfrentamento à violência doméstica e familiar.
No Brasil, a violência contra a mulher continua sendo uma realidade alarmante. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2023, foram registrados mais de 230 mil casos de violência doméstica em todo o país, com 1.410 feminicídios. Estes números chocantes refletem a necessidade urgente de políticas públicas mais eficazes e de uma rede de apoio fortalecida para as vítimas.
No estado do Rio de Janeiro, a situação também é preocupante. Apenas em 2023, mais de 20 mil mulheres denunciaram casos de violência doméstica. O estado registrou 67 feminicídios, e os dados revelam que muitas dessas mulheres já haviam denunciado seus agressores, demonstrando falhas no sistema de proteção.
O papel dos movimentos sociais e do movimento sindical é crucial nesta luta. Sindicatos e organizações sociais têm se posicionado como importantes aliados na defesa dos direitos das mulheres, promovendo campanhas de conscientização e pressionando por políticas públicas que garantam a segurança e a dignidade de todas. A participação ativa dessas organizações na campanha Agosto Lilás é vital para ampliar o alcance das ações, educar a população sobre os direitos das mulheres e fortalecer as redes de apoio.
Neste Agosto Lilás, é imprescindível que todos, especialmente os movimentos sociais e sindicais, se unam para combater a violência contra a mulher. Somente mediante uma mobilização coletiva e contínua será possível construir uma sociedade mais justa, onde as mulheres possam viver sem medo e com plena garantia de seus direitos.
A CTB-RJ alerta que a violência contra a mulher não se limita à violência física, confira abaixo os tipos de violência que as mulheres enfrentam e contra as quais a CTB faz um chamado às entidades filiadas e núcleos classistas para cerrar fileiras com as mulheres e dar um basta nessas violências que ainda persistem em nossa sociedade.
VIOLÊNCIA FÍSICA: Entendida como qualquer conduta que ofenda a integridade ou saúde corporal da mulher.
VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA: É considerada qualquer conduta que: cause dano emocional e diminuição da autoestima; prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento da mulher; ou vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões.
VIOLÊNCIA SEXUAL: Trata-se de qualquer conduta que constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força.
VIOLÊNCIA PATRIMONIAL: Entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades.
VIOLÊNCIA MORAL É considerada qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.
FONTE: CTB/RJ
LINK: https://ctbrj.org.br/2024/08/09/agosto-lilas-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher/
quarta-feira, 21 de agosto de 2024
terça-feira, 13 de agosto de 2024
domingo, 4 de agosto de 2024
EUA querem comandar o destino da Venezuela
EUA querem comandar o destino da Venezuela
umberto
agosto 2, 2024
PORTAL CTB
Em mais uma intervenção indevida na política interna de outras nações, os EUA deram mais forte sinal de que pretendem comandar o destino da Venezuela, através do secretário de Estado, Antony Blinken, que afirmou na quinta-feira (1) que Edmundo González venceu as eleições da Venezuela, acrescentando que a reeleição de Nicolás Maduro não reflete a vontade do povo venezuelano.
Os imperialistas estadunidenses também estão manipulando a Organização dos Estados Americanos (OEA) com o objetivo de acuar o presidente Maduro e reverter a situação, entregando a Presidência venezuelana ao candidato da extrema direita, político de confiança de Washington que já atuou como lacaio das agências de inteligência e espionagem dos EUA na sinistra Operação Condor.
“Trata-se de uma ingerência inaceitável”, comentou o presidente da CTB, Adilson Araújo. “Não cabe aos Estados Unidos determinar quem ganhou a eleição realizada no último domingo (28 de julho), isto é da competência exclusiva da Venezuela e já foi feito pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que proclamou a vitória de Maduro”, acrescentou.
Para o presidente da CTB, é fundamental respeitar o direito à autodeterminação dos povos e nações. “É um pressuposto para a convivência pacífica e harmoniosa entre as nações. O povo venezuelano tem o direito de decidir livremente sobre o seu próprio futuro”, destacou.
Os EUA praticam uma política imperialista que se caracteriza precisamente pelo desrespeito e negação deste direito às nações mais pobres, fomentando golpes de Estado (como em 1964 e 2016 no Brasil, 2019 na Bolívia e 2002 na Venezuela, entre outros), sanções econômicas e desestabilização de governos que não rezam pela cartilha de Washington ou seus aliados.
Em relação aos países da América Latina, com base na doutrina Monroe, o imperialismo considera a região historicamente como uma extensão do seu próprio território, o seu quintal.
O genocídio praticado pelo governo sionista de Israel contra os palestinos na Faixa de Gaza, apoiado e financiado pela Casa Branca, é ilustrativo da política criminosa praticada pelos imperialistas, que manipulam e falseiam os conceitos de liberdade, democracia e direitos humanos.
Esses fatos indicam a crescente relevância da luta por uma nova ordem geopolítica no mundo, que deve ser efetivamente multilateral, respeitar o sagrado direito à soberania das nações, excluindo o hegemonismo e ingerências de caráter imperialista.
É o único caminho para viabilizar uma paz efetiva e duradoura para a Comunidade das Nações e evitar que a história humana deságue numa catástrofe nuclear, perspectiva que hoje infelizmente já não parece remota.
LINK:
https://www.ctb.org.br/2024/08/02/eua-querem-comandar-o-destino-da-venezuela/
domingo, 2 de junho de 2024
terça-feira, 21 de maio de 2024
terça-feira, 14 de maio de 2024
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