A Federação Nacional dos Sociólogos -Brasil, a FNS-B, participou, no dia 4 de setembro de 2026, virtualmente, do diálogo com o Conselho Nacional de Educação (CNE), junto às entidades docentes de Filosofia e Sociologia, para tratar da implementação da Lei nº 15.468/2026, sancionada em julho deste ano, que tornou obrigatória a inclusão da Educação Política e dos Direitos da Cidadania no currículo da Educação Básica em todo o Brasil.
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sábado, 5 de setembro de 2026
A FNS-B E ENTIDADES DE SOCIOLOGIA E FILOSOFIA SE REÚNEM COM O CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
NOTA DE PESAR - LEJEUNE MIRHAN
É com muito pesar que comunicamos o falecimento do nosso Querido Lejeune Mirhan, Sociólogo, Professor, Analista Político, autor de dezenas de livros, ex-diretor do Sindicato dos Sociólogos de São Paulo e da Federação Nacional dos Sociólogos, aos 69 anos, dia 6 de agosto. Lejeune foi um grande estudioso da geopolítica internacional, tinha um canal no YouTube, escreveu 23 livros. Lutou incansavelmente pela valorização da profissão de Sociólogo e pela inclusão da disciplina de Sociologia no Ensino Médio. Foi um grande defensor do Povo Palestino. A Sociologia e o Brasil perderam um grande intelectual, um grande combatente das lutas do Povo Brasileiro e um grande defensor do Internacionalismo Proletário!
Lejeune, presente!
quarta-feira, 29 de julho de 2026
CTB-RJ promove seminário sobre reindustrialização para debater o futuro e o desenvolvimento do Estado do Rio
Com o compromisso histórico de liderar as transformações necessárias para a classe trabalhadora fluminense, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Rio de Janeiro (CTB-RJ) realiza, no próximo dia 06 de agosto, o seminário “A reindustrialização como base da retomada do desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro”.
O evento, que acontecerá no Salão Nobre do Sindicato dos
Comerciários, na Lapa, surge em um momento crucial. Diante de um cenário de
desmantelamento produtivo e do abandono sofrido pelo estado nos últimos anos
sob o governo de Cláudio Castro, a CTB-RJ reafirma seu papel na linha de frente
da reconstrução econômica e social fluminense.
Para Paulo Farias, presidente da CTB-RJ, o seminário não é
apenas um espaço de debate teórico, mas um marco de organização política e
sindical em um ano eleitoral decisivo:
“A CTB sempre esteve e continua na primeira linha de combate
pelo desenvolvimento econômico do nosso país e do nosso estado. O Rio de
Janeiro sofreu demais com o esvaziamento de sua indústria, mas nós não
aceitamos o papel de sermos meros espectadores da destruição da nossa economia.
A CTB-RJ tem um histórico ativo de luta pela retomada do parque industrial
fluminense, caminhando lado a lado com entidades fundamentais nessa
resistência, como o Sindmar, o Sindmetal-Rio e diversas outras categorias que
sentem na pele o peso da desindustrialização. Reconstruir o Rio exige colocar o
trabalho decente e a reindustrialização no centro das decisões.”
Um encontro de grandes nomes e reflexões estratégicas
A programação do seminário foi dividida em três mesas de
debate ao longo do dia, reunindo alguns dos maiores especialistas, economistas,
acadêmicos e lideranças do país para pensar saídas concretas para o Estado do
Rio.
A primeira mesa abordará a soberania, o papel do Estado e o
Complexo Econômico e Industrial da Saúde. A programação reúne especialistas,
economistas e lideranças em três mesas de debate:
1ª Mesa | Soberania e Desenvolvimento Nacional (10h às 12h):
Miguel Bruno: Desenvolvimento Nacional e Soberania
Mauro Osório: Papel do Estado na Retomada do Desenvolvimento
do Estado do Rio de Janeiro
Carlos Gadelha: Complexo Econômico e Industrial da Saúde e o
Projeto Nacional
À tarde, o foco se volta para setores estratégicos, como a
Indústria Naval, a Economia do Mar e a Qualificação Profissional:
2ª Mesa | Setores Estratégicos e Qualificação (13h30 às
15h30):
Carlos Filipe Rizzo: A Retomada da Indústria Naval é
Fundamental para o Rio de Janeiro
Cecília Rodrigues: A Economia do Mar e a Retomada do
Desenvolvimento Estadual
Luiz Edmundo Aguiar: Formação, Qualificação e Requalificação
para o Novo Ciclo de Desenvolvimento do Estado
Encerrando as atividades, a terceira mesa debaterá Políticas
Públicas urgentes, como Reforma Urbana, Mobilidade e Saneamento:
3ª Mesa | Políticas Públicas e Infraestrutura (16h às
17h30):
Marcelo Braga Edmundo: Reforma Urbana, Moradia Digna e a
Mobilidade
Clovis Francisco do Nascimento Filho: Universalização do
Saneamento e a Retomada do Desenvolvimento Estadual
Paulo Farias destaca a relevância das presenças confirmadas
para embasar a atuação do movimento sindical:
“Conseguimos reunir um time de palestrantes de enorme peso e
capacidade técnica. São nomes que conhecem profundamente a realidade
fluminense, o complexo da saúde, a economia do mar e o papel que o Estado
precisa voltar a exercer. A presença desses especialistas no nosso seminário
fortalece a nossa luta e nos dá munição teórica e prática para propor políticas
públicas reais. A voz da classe trabalhadora precisa ser ouvida com propostas
sólidas para a geração de empregos de qualidade e a garantia de direitos.
Posicionar o Estado do Rio de Janeiro na vanguarda da reindustrialização, da
retomada econômica e da sustentabilidade, é o que garantirá transformações
tecnológicas que protejam e capacitem os trabalhadores.“
Tema: A reindustrialização como base da retomada do
desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro
Data: 06 de Agosto
Horário: A partir das 09h30
Local: Salão Nobre do Sindicato dos Comerciários
Endereço: Rua André Cavalcanti, 33 – Lapa, Rio de Janeiro/RJ
Realização: Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do
Brasil (CTB-RJ)
FONTE: CTB – RJ
quarta-feira, 22 de julho de 2026
sábado, 18 de julho de 2026
Juros Altos Sufocam o Brasil, a Luta por Juros Baixos é a Chave para a Retomada
Por Adilson Araújo, Presidente da CTB
Caros companheiros e
companheiras, trabalhadores e trabalhadoras do Brasil!
A Central dos Trabalhadores e
Trabalhadoras do Brasil (CTB) tem um posicionamento firme e inegociável: a
redução dos juros no país é a chave para uma economia viva e pulsante. Não se
trata apenas de números e índices; é uma pauta que se traduz diretamente em
melhorias concretas para a classe trabalhadora e todo o povo brasileiro,
significando geração de emprego, aumento de renda e mais dignidade para as
famílias.
O Comitê de Política Monetária
(Copom), em suas reuniões que ocorrem a cada 45 dias para redefinir a taxa
Selic, tem mantido o índice em patamares inaceitavelmente elevados. Nos três
últimos encontros – julho, setembro e novembro – a decisão foi de manter a taxa
em 15% ao ano. E os comunicados recentes dão indícios de que essa manutenção
deve se repetir na reunião desta semana.
O principal argumento defendido
pela autoridade monetária para justificar a Selic elevada é o controle da
inflação. No entanto, esse uso da taxa básica de juros é cada vez mais
questionado. Os registros dos últimos anos mostram que o aumento de preços de
bens e serviços tem se mantido sob controle. Além disso, os movimentos
inflacionários que temos sentido no Brasil, como a alta nos preços de alimentos
e energia, estão muito mais relacionados a questões sazonais, como problemas
ambientais ou geopolíticos. Sobre estes fatores, a elevação dos juros tem pouca
ou nenhuma influência efetiva.
Manter a taxa Selic em 15% ao ano
é uma escolha que asfixia a produção, encarece o crédito, inibe o investimento
e, no fim das contas, penaliza o crescimento, o emprego e, sobretudo, a vida da
classe trabalhadora.
Juntos na Luta: Ato Contra os
Juros Altos
Nós da CTB nos juntamos às demais
centrais sindicais e fomos às ruas, no último dia 09, mesmo debaixo de chuva,
para protestar contra as avaliações do Copom e sua teimosia em manter os juros
altos. Esta não é uma luta isolada; esta é uma pauta que interessa a todos os
trabalhadores e, por isso, a CTB acredita que deve ser mobilizada
nacionalmente.
Juros mais baixos significam mais
dignidade, mais desenvolvimento e mais oportunidade para o Brasil.
Por isso, o chamado é para
unirmos nossas forças e vozes!
É hora de lutar por um Brasil com
menos juros e mais oportunidades! A nossa mobilização é a ferramenta para
mudarmos essa realidade.
Adilson Araújo Presidente da CTB
Fonte: CTB/RJ
Link: https://ctbrj.org.br/juros-altos-sufocam-o-brasil-a-luta-por-juros-baixos-e-a-chave-para-a-retomada/
domingo, 5 de julho de 2026
CARTA ABERTA DA FNS-B AOS SENADORES E ÀS SENADORAS PELO FIM DA ESCALA 6X1!
A Federação Nacional dos Sociólogos – Brasil, fundada em 19 de julho de 1989, consolidou a união das antigas associações profissionais e sindicatos estaduais da categoria para representar os interesses trabalhistas e lutar pela profissão de sociólogo e socióloga no Brasil. Em 18 e 19 de julho de 2014, num encontro de entidades sindicais de sociólogos do país, realizado no Rio de Janeiro, depois de alguns anos de inatividade, a Federação dos Sociólogos foi reorganizada.
Nesse momento de efervescência política, fenômeno que marca todo ano eleitoral no Brasil, a FNS-B dirige-se a V.Exa. e aos demais Senadores e Senadoras da República em defesa da PEC que põe fim a escala 6x1, já aprovada na Câmara Federal. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019) que propõe o fim da escala 6x1 está travada no Senado Federal. A matéria aprovada pela Câmara dos Deputados aguarda definição de rito por parte da vossa Presidência.
O fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho por um de descanso, durante a semana), através de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), tem gerado intensos debates sobre seus possíveis impactos na economia brasileira.
Entidades empresariais, como Fecomércio-SC (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina) e Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), apoiadas pela oligomídia, apontam sérios riscos para os negócios e o emprego em caso de aprovação da PEC do fim da escala 6×1. Os empresários alegam que o fim dessa escala acarretaria a inviabilidade de setores que dependem fortemente de mão de obra, como restaurantes, comércio no varejo, turismo e saúde, o aumento do custo, risco de desemprego, ameaça de aumento da informalidade na economia e pressão inflacionária devido ao aumento dos gastos com mão de obra.
Sabemos que esses são velhos e carcomidos argumentos, sempre usados contra as reivindicações da classe trabalhadora ao longo da história. Vimos argumentos similares serem levantados por ocasião da instituição do salário mínimo, em 1936, quando da criação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), em 1943, na ocasião da aprovação da lei do 13º salário, em 1962, dentre tantas outras reivindicações e conquistas históricas dos trabalhadores e trabalhadoras. De todas essas lutas, talvez a aprovação do 13º salário tenha sido aquela que ocorreu dentro do mais intenso embate ideológico entre as classes sociais no Brasil. A aprovação do 13º se deu dentro do contexto das lutas pelas reformas de base, durante a presidência de João Goulart. Seu governo se estendeu de 1961 a 1964 e ficou marcado pela polarização entre esquerda e direita, tendo sofrido um golpe de estado em 1964.
Grandes batalhas também foram travadas no interior da Assembleia Nacional Constituinte (1987-1988). Podemos destacar, dentre outras, a luta pela redução da jornada de trabalho. Desde longa data, o movimento sindical reivindicava a redução da jornada para 40 horas semanais. Depois de intensos debates na Constituinte, a bancada progressista conseguiu a redução da jornada de 48 para 44 horas semanais.
Hoje, a luta pela redução da jornada de trabalho se insere dentro de um contexto histórico de intensa polarização e grandes embates. Pesquisa produzida pela consultoria econômica Germinal sobre os impactos socioeconômicos relativos ao fim da escala 6×1 desconstroem as narrativas empresariais e da grande mídia. O estudo demonstra que a redução da jornada de trabalho, ao contrário de tudo o que a mídia oligopolista diz, geraria a criação de novos empregos, promoveria ganhos de produtividade, reduziria a desigualdade social, aumentaria o PIB e provocaria um efeito multiplicador de consumo (ICL – Notícias, em 20/3/26). Segundo os autores, embora a pesquisa tenha sido feita em Santa Catarina, ela pode ser extrapolada para todo o Brasil. Pesquisa de opinião do Datafolha demonstra também que 71% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6×1.
A redução da jornada de trabalho é uma luta histórica da classe trabalhadora. Países como Holanda, Alemanha, Irlanda, Itália, Austrália, França, dentre outros, reduziram suas jornadas de trabalho semanais para menos de 40 horas com grande sucesso e graças à luta travada pelos trabalhadores e trabalhadoras dessas nações.
A Marcha da Classe Trabalhadora à Brasília, ocorrida no dia 15 de abril deste ano, promovida pelas centrais sindicais (CUT, CTB e outras centrais), reuniu milhares de trabalhadores para entregar suas pautas de reivindicação ao Governo Federal e ao Congresso Nacional e tem como centro das reivindicações o fim da escala 6×1.
Assim, solicitamos a V.Exa. que destrave a tramitação da PEC do fim da escala 6x1 e a ponha em votação. Temos certeza que esse egrégio Senado ficará ao lado do povo brasileiro, como sempre esteve em memoráveis lutas, votando favoravelmente pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salário!
domingo, 31 de maio de 2026
Adilson Araújo defende fim da escala 6×1 e destaca impacto da medida na vida das mulheres
O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo,defendeu o fim da escala 6×1 durante participação na abertura do no 7º Encontro de Mulheres da CTB realizado na tarde desta sexta-feira (29). Em sua fala, o Adilson criticou declarações contrárias à redução da jornada de trabalho e destacou os avanços recentes na valorização dos trabalhadores.
Ao comentar uma declaração feita durante audiência pública na Câmara dos
Deputados, o dirigente afirmou que esse tipo de posicionamento representa uma
visão ultrapassada das relações de trabalho. “Essa opinião é parte de uma visão
predatória daquilo que predominou por três séculos e meio no tempo da
escravidão”, declarou.
Segundo o presidente da CTB, o país vive um momento de importantes
conquistas para a classe trabalhadora. Ele citou a aprovação da igualdade
salarial entre homens e mulheres e a discussão sobre o fim da escala 6×1 como
exemplos de avanços recentes.
“Nós estamos bem perto de assistir à possibilidade de pôr fim à
extenuante e exaustiva escala 6×1”, afirmou.
Durante o discurso, Araújo ressaltou que a redução da jornada teria
impacto ainda mais significativo na vida das mulheres.
“Se a redução da jornada de trabalho importa muito à vida da nossa
gente, eu diria mais ainda à vida das mulheres”, disse.
O dirigente destacou que muitas trabalhadoras enfrentam uma dupla
jornada, acumulando responsabilidades profissionais e domésticas. Para ele,
essa realidade torna ainda mais urgente a discussão sobre melhores condições de
trabalho.
Ao defender a proposta, Adilson citou experiências internacionais que
associam jornadas menores ao aumento da produtividade e à geração de empregos.
Ele também criticou os baixos salários praticados no país e apontou que muitos
jovens acabam buscando alternativas de renda fora dos modelos tradicionais de
contratação.
Na parte final da fala, o presidente da CTB reforçou a importância da
organização política e sindical para a conquista de novos direitos.
“As coisas podem melhorar, mas dependem muito de uma mudança política
substancial”, afirmou.
Adilson também fez um chamado à mobilização dos trabalhadores e
dirigentes sindicais.
“O nosso papel efetivamente no movimento sindical é lutar, transformar e
ser revolucionário, é ter a capacidade de promover as transformações do nosso
tempo”, concluiu
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3:56 pm
