terça-feira, 6 de junho de 2017

CTB convoca sua base para calendário de luta e GREVE GERAL dia 30 de junho



A CTB, junto com as demais centrais sindicais (CUT, UGT, Força Sindical, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, A Pública e CSB), convoca toda a sua base para calendário de luta e indica nova  GREVE GERAL para o próximo dia 30 de junho. Dentro do calendário de luta, as centrais convocaram para o dia 20 de junho Dia Nacional Mobilização rumo à GREVE GERAL."
CTB convoca sua base e intensifica luta em Brasília contra reforma Trabalhista
"O momento exige resistência e luta contra as propostas de Temer que põe fim a direitos consagrados da Classe Trabalhadora e de toda a sociedade brasileira. Está claro que a sociedade está contra esse governo é só com luta iremos barrar os retrocesso capitaneados por Michel Temer", avaliou o presidente da CTB, Adilson Araújo, durante sua fala.
O dirigente destacou que a Central irá colocar força total na construção da greve e reiterou a convocação a toda a sua base. "As CTBs nos estados e as federações e confederações filiadas à CTB estão convocadas a organizar suas bases para a luta", ressaltou.
Leia nota na íntegra:
Unidade e luta em defesa dos direitos
As centrais sindicais, (CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CSB e A Pública- Central do Servidor), convocam todas as suas bases para o calendário de luta e indicam uma nova GREVE GERAL dia 30 de junho.
As centrais sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer.
Dentro do calendário de luta, as centrais também convocam para o dia 20 de junho – O Esquenta Greve Geral, um dia de mobilização nacional pela convocação da greve geral.
Ficou definido também a produção de jornal unificado para a ampla mobilização da sociedade. E ficou agendada nova reunião para organização da greve geral para o dia 07 de junho de 2017, às 10h na sede do DIEESE.
Agenda
- 06 a 23 de junho: Convocação de plenárias, assembleias e reuniões, em todo o Brasil, para a construção da GREVE GERAL.
- Dia 20 de junho: Esquenta greve geral com atos e panfletagens das centrais sindicais;
- 30 de junho: GREVE GERAL.
CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
Pública - Central do Servidor
UGT – União Geral dos Trabalhadores

Portal CTB
Link: http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/32854-ctb-convoca-classe-trabalhadora-para-calendario-de-luta-e-indica-nova-greve-geral-para-o-proximo-dia-30-de-junho

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Em reunião, centrais comemoram #OcupeBrasília e apontam nova greve geral para junho



As centrais sindicais (CTB, CUT, UGT, Nova Central, Força Sindical, Intersindical, CGTB, CSB, CSP-Conlutas) se reuniram nesta segunda-feira (29) na sede da CTB Nacional para debater os próximos passos na luta contra o governo golpista de Michel Temer. Em comum, todas comemoraram a vitória significativa do #OcupeBrasília no último dia 24, e apontaram para a realização de uma nova greve geral.
A defesa dos direitos sociais e o repúdio às Reformas da Previdência Social e Trabalhista continuam sendo o fio condutor do movimento sindical. Para o secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, será possível continuar na unidade de ações enquanto cada central puder convergir nesses dois pontos.
“A manifestação em Brasília teve papel importantíssimo, os números chegaram ao patamar da grande marcha do MST em 1997. Infelizmente, houve uma repressão desmedida, que impediu a imprensa de cobrir nossas reivindicações, mas a avaliação da CTB é que o ato teve uma função política essencial, dando um novo baque no governo”, avaliou. “As centrais, mais uma vez, tiveram um papel de liderança, e isso nos impõe a responsabilidade de continuar pressionando contra essas reformas”.
Já para o vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana, a reunião serviu para demonstrar a unidade dos movimentos trabalhistas: “Todas as centrais saudaram a vitória retumbante em Brasília, com a maior marcha já vista na cidade. Do ponto de vista da continuidade, a principal resolução foi a da realização de uma nova greve geral, a depender dos presidente das centrais. As grandes bandeiras serão novamente o Fora Temer e a defesa dos direitos dos trabalhadores”. Ouça a avaliação completa de Nivaldo:
Todos os representantes lamentaram a grande violência cometida contra Carlos Geovani Cirilo, aposentado de 61 anos, que foi atingido por um tiro de arma de fogo da PM e está em estado grave. Ele passará por cirurgia para reconstruir o maxilar. As centrais estudam as ações legais específicas contra a PM.
Ao final da reunião, foram definidos seis encaminhamentos unitários:
-   Continuará a luta pelo Fora Temer, impulsionada sobremaneira pelas revelações recentes de corrupção ligadas diretamente à figura do presidente;
  -  Uma nova greve geral de 24 horas será organizada para o período entre 26 e 30 de junho, a definir;
  -  Será editado um novo jornal unitário de 4 páginas, para distribuição gratuita em todo o Brasil;
   - Continuarão as manifestações independentes nos estados, com as mesmas pautas;
   -  Foi aprovada uma Nota de Repúdio unitária contra a violência que matou 10 trabalhadores rurais no Pará;
  -  As centrais se reunirão novamente na próxima segunda-feira, 5 de junho, para ajustar o plano de mobilização do próximo período. O encontro será na sede da Nova Central, Rua Silveira Martins, 53, às 10h da manhã.
O que dizem as outras centrais
João Carlos “Juruna” Gonçalves, da Força Sindical: “A força que tivemos em Brasília só foi possível, em primeiro lugar, porque nós conseguimos criar uma pauta que fosse confortável para todas as centrais, contemplando diferentes opiniões. Nós conseguimos superar o número de pessoas esperado para Brasília, e isso deu continuidade para um movimento que vem sendo construído desde o início do ano. A luta unitária foi possível porque há consenso contra as Reformas do Temer.”
Ubiraci Dantas, CGTB: “Eu queria parabenizar a todos os companheiros pelas mobilizações recentes - em todos os meus 65 anos, 40 de sindicato, eu nunca vi uma coisa dessa dimensão. Muita gente não acreditou na greve geral, e ela saiu linda daquele jeito. Isso deu um salto de qualidade na nossa luta, porque travou as Reformas. Mas isso aconteceu primeiramente pela força do Fora Temer, porque é ele que está tentando levar adiante essas propostas. 90% dos brasileiros querem esse energúmeno fora do governo, e isso unifica o país. É por isso que os caras lá querem fazer as eleições indiretas, e isso vai incendiar o país!”
José Calixto Ramos, Nova Central: “Nós vamos processar formalmente o governo pelo uso de munição real e repressão desnecessária na manifestação de Brasília. E acusamos também a imprensa, que em nenhum momento visitou as barracas ou nos perguntou sobre nossas reivindicações, mas apareceu para registrar o caos. A questão do Fora Temer, na minha opinião, é uma questão superada, porque este governo já caiu. As delações que vimos recentemente colocaram o presidente em uma situação de crise, então a questão das Diretas Já é o que devemos perseguir”.
Luiz Carlos “Mancha” Prates, CSP-Conlutas: “Gostaria de parabenizar a nossa capacidade de caminhar juntos, mesmo diante de certos desentendimentos - como foi lá no início, por exemplo, quando algumas das centrais acharam que poderiam negociar as reformas, e outras não. Foi com esse espírito que nós fizemos o #OcupaBrasilia, que aconteceu depois da vitoriosa greve geral do dia 28. E nós fomos lá para protestar de verdade, não foi um passeio, e isso resultou numa reação exacerbada do governo, com a selvageria do Exército. Mas o que a população está falando? Está tudo mundo junto querendo se colocar contra o governo, e o movimento sindical não pode parar. Nós achamos que é preciso anunciar outra greve, porque eles vão mudar o governo mas vão manter a Reforma Trabalhista, manter a Reforma da Previdência, e os ataques vão continuar.”
Sérgio Nobre, CUT: “Quem duvidava da nossa capacidade de fazer luta não tem mais o que dizer. É claro que existiram problemas, mas isso não tira o brilhantismo do ato. É triste que a imagem que se propagou foi a da molecada jogando pedra e a polícia reprimindo, pois o que a gente queria era ter os manifestantes na Esplanada exigindo direitos. A CUT não acredita em manifestações violentas. Sobre os próximos passo, vai depender de como as coisas vão andar no Congresso. É importante já preparar novas ações, que podem culminar na realização de outra greve geral, mas é preciso apontar para a construção da greve. A data em si é móvel, pois depende das ações dos parlamentares.
Ricardo Patah, UGT: “Foi um ato cívico de uma importância sem precedentes. Foi uma marcha muito importante, e que demonstrou a indignação dos brasileiros. Mas a ação daqueles jovens dos black blocs me preocupou, porque trouxe um problema grave. Eles avançaram para cima da polícia, e a polícia mal preparada reagiu daquele jeito. Porque na cabeça da população está que o movimento sindical foi lá pra fazer isso, e que a marcha foi apenas um pretexto. Nós todos vimos, foi uma coisa triste. A imprensa ajuda nessa compreensão distorcida. Para eles, tudo o que está sendo feito é só uma questão do imposto sindical, como se nós só nos importássemos com isso.”
Ricardo Saraiva Big, Intersindical: “Todas as centrais estão de parabéns, foi uma manifestação bem organizada. Sobre os black blocs, eu queria dizer que ali havia uma orientação do governo para reprimir. No dia 28, foi a mesma coisa, e eu posso dizer que os companheiros portuários não fizeram absolutamente nada e o pau comeu do mesmo jeito. Quando o governo está acuado, ele age como bicho, pula pra lá e pra cá. É fundamental que as centrais tirem uma nova data para a realização da greve geral, porque é assim que a gente vai pressionar pelas Diretas Já. Esse governo já caiu, o que eles estão organizando é uma eleição indireta, inclusive colocando um banqueiro como presidente. Lá na Baixada Santista, esse presidente nefasto conseguiu unificar todas as centrais no 1º de Maio, até com os movimentos mais sectários.”
Antonio Neto, CSB: “Eu fiquei assustado com o aconteceu em Brasília. Nós vamos responsabilizar a Polícia Militar do Distrito Federal pelo ocorrido, porque foram eles que isolaram o local, foram eles que revistaram as bolsas dos trabalhadores, então se passou gente com arma na mochila, é porque eles deixaram. E tem também o uso de arma letal. Nós vamos processar a PM. E nós temos que fazer também uma autocrítica, não podemos deixar isso acontecer novamente. Por outro lado, isso serviu para liberar uma energia na população, e daqui a pouco será o Brasil inteiro que vai ficar assim. Qual é o próximo passo? Acho que é fazer outra greve geral, que comece com os transportes e cutuque trabalhadores e não trabalhadores, estudantes, todos.”

Portal CTB

Link: http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/32784-em-reuniao-centrais-sindicais-comemoram-ocupebrasilia-e-apontam-nova-greve-geral-para-junho

domingo, 14 de maio de 2017

#OcupeBrasília: Mobilizar a classe trabalhadora e barrar os ataques aos direitos



A Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 287/16) aprovou na noite desta quarta-feira (3), por 23 votos a 14, o relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). A votação em Plenário vai exigir 308 votos e o governo terá dificuldades para conquistá-los.
A greve geral do dia 28 de abril, diante das ameaças de retrocesso, deve sinalizar para a convocação de uma nova GREVE GERAL, dessa vez por mais dias.
Contudo a proposta do OCUPE BRASÍLIA deve ser o passo importante a partir do dia 08 de maio. A ideia é que possamos iniciar o acampamento em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, com a realização de uma vigília permanente no Congresso. A luta deve ser intensificada e devemos pressionar ainda mais os deputados da base do governo.
O substitutivo do deputado Arthur Maia (PPS/BA) traz poucas mudanças em relação ao relatório apresentado anteriormente, no entanto, o tempo de contribuição de 25 anos permanece.
O governo embora tenha feito concessões com vistas a proposta inicial, a idade mínima na regra geral se mantém em 65 anos para homens e fica em 62 para as mulheres. Em síntese a proposta segue indigesta.
Em essência, as mudanças mantiveram os 25 anos de contribuição, o que prejudicará a maioria dos brasileiros. Um absurdo!
Fica evidente a disposição do governo de levar a cabo a sua agenda ultraliberal. As consequências nefastas das reformas, seu modelo excludente, recairão sobre os ombros da classe trabalhadora e dos que mais necessitam, os pobres.
Está em curso a privatização do maior programa de distribuição de renda e inclusão social do país.
O caminho, resistir a todo custo.
Adilson Araújo
Presidente da CTB

domingo, 23 de abril de 2017

Abril de Lutas: centrais lançam agenda de mobilização e pressão política rumo à Greve Geral

ABRIL DE LUTAS 
Rumo à Greve Geral, CTB Paraíba mobiliza sindicatos para o dia 28
Fetag programa mais de 20 pontos de mobilizações contra reforma previdenciária pelo RS
CTB-GO participa de ato em defesa da libertação de preso político do estado
Para presidente da CTB, urgência na votação revela medo do governo diante da Greve Geral
A aprovação do regime de urgência para votação da lei da terceirização (PL 6787/16) nesta quarta-feira (19) foi mais um passo na escalada governista contra os direitos trabalhistas e sociais dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros(as).
Com a decisão do plenário da Câmara, direitos como férias, 13º salário, jornada de trabalho, todas as leis contidas na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) estão sob ameaça. E, por isso, é hora de reforçar a convocatória da Greve Geral.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), em um movimento unificado com as outras principais centrais sindicais brasileiras, já se mobiliza em suas bases para construir uma grande paralisação Nacional no dia 28 de abril e atos e manifestações em todo o país no Dia do Trabalhador, no 1º de Maio.

Confira:

25/04 terça-feira
06:00 – Manifestação no Aeroporto de Brasília
10:00 – Manifestação na Câmara dos Deputados - Votação da Reforma Trabalhista
26/04 - Vigília na Câmara dos Deputados
28/04 – Greve Geral
01/05 – Manifestações em todo o Brasil
02/05 - OCUPA BRASÍLIA - Concentração em Brasília com acampamento e manifestações permanentes no Congresso Nacional contra a subtração de direitos e a precarização do trabalho e contra o desmonte da Previdência Pública.

Portal CTB


Link: http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/32257-centrais-lancam-agenda-do-abril-de-lutas-rumo-a-greve-geral

sábado, 15 de abril de 2017

Parecer sobre reforma trabalhista desconfigura a CLT

O deputado Rogério Marinho (PSDB/RN), relator da proposta de reforma trabalhista (PL 6787/16), apresentou na manhã desta quarta-feira (12) o seu parecer sobre o tema. O relatório desconfigura a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e suprime os direitos trabalhistas.
Entre os itens constantes da sua proposta, o relator começou com a proposição de um substitutivo, que visa alterar a Lei 13.429/17 – que trata do trabalho terceirizado, estabelecendo um espaço de 18 meses entre a demissão de um trabalhador celetista e sua recontratação como terceirizado, utilizando-se do argumento da modernidade e da liberdade dos trabalhadores “viverem sem Leis”.
Não bastasse a retirada do poder regulatório da CLT, com a proposição da prevalência de acordos e convenções coletivos entre patrões e empregados sobre a legislação (Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, - Decreto-lei 5.452/43), o relator chega ao absurdo e propor punições para quem ingressar na Justiça do Trabalho para requerer seus direitos.
O ataque a representação dos trabalhadores e trabalhadoras está na proposição do fim da compulsoriedade da contribuição sindical, prevista na CLT e que garante as condições para que os sindicatos realizem campanhas que esclareçam e mobilizem as categorias profissionais.
Outro assunto cujo substitutivo do relator Rogério Marinho apresenta, propõe a liberalização do trabalho intermitente, onde os trabalhadores tem direito a interrupções na sua jornada diária.
O substitutivo do relator, com as recomendações de acolhimentos, supressão, aprovação total ou parcial de emendas, será submetido a cinco sessões deliberativas da Câmara dos Deputados. Entretanto, caso haja aprovação de pedido de urgência, o tema poderá ser votado após duas sessões deliberativas, podendo dispensar os possíveis pedidos de vistas.

De Brasília, Sônia Corrêa - Portal CTB
link: http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/32179-parecer-sobre-reforma-trabalhista-desconfigura-a-clt

terça-feira, 4 de abril de 2017

Minorias e Centrais apontam mobilização social como estratégia para derrotar reformas

A reunião da Liderança da Minoria na Câmara dos Deputados, ocorrida nesta terça-feira (4), teve como convidados representantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (ANAMATRA).
O objetivo das reuniões entre os setores, que vêm acontecendo semanalmente, é o de construir estratégias de enfrentamento das ofensivas do governo contra os trabalhadores. Entidades e deputados fizeram uma avaliação das ações realizadas no processo de tramitação e votação do Projeto 4302/98, aprovado pela Câmara, que fragiliza as relações de trabalho ao consentir terceirização irrestrita conjugada com trabalho temporário.
Ambos setores aferem que a mobilização das ruas, combinada com o movimento dos parlamentares contrários ao PL foram de extrema importância, uma vez que a sociedade passa a ser esclarecida sobre o teor antipopular das Reformas encabeçadas pelo Governo Temer.
A Reforma da Previdência - Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287/2016) - é a pauta subsequente que ameaça os trabalhadores. A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) informou que as audiências e reuniões das comissões legislativas que debateram o tema encerraram sem que dezenas de requerimentos tivessem sido apreciados.
Entretanto, destacou a deputada, “há uma aparente sinalização, por parte do presidente da Comissão, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), de que o Relatório do deputado Arthur Maia (PPS-BA) não será apresentado durante essa semana”, o que, na avaliação da deputada Jandira, aponta não haver acordo na base governista.
“É necessário constituirmos forças para derrotar a Reforma da Previdência globalmente, pois a derrota dessa matéria derrete todas as propostas de retiradas de direitos praticadas por esse Governo”, garantiu Feghali.

Rumo à greve geral 
O consenso entre os representantes da sociedade é o da manutenção e intensificação das mobilizações sociais, no rumo da construção da Greve Geral, no próximo dia 28 de abril. Ações dentro do Congresso, atividades regionais de pressão aos parlamentares em suas bases, intensificação de ações de comunicação e esclarecimento social nas redes sociais, são algumas das propostas que serão implementadas pelas entidades classistas.
Pela CTB, estiveram presentes João Paulo Ribeiro (JP) e Victor Frota, da CTB-DF.
Para João Paulo Ribeiro (JP), da executiva nacional da CTB, as atividades de constrangimento aos deputados que se posicionam contra os trabalhadores é o caminho que os movimentos sociais adotarão nos Estados. “O processo de construção da Greve Geral servirá para esclarecer a população dos objetivos antidemocráticos e de retirada de direitos dos trabalhadores, encabeçado pelo Governo Temer. A ordem é a pressão popular”, afirma JP.

De Brasília, Sônia Corrêa - Portal CTB

Link: http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/32100-minorias-e-centrais-apontam-mobilizacao-social-como-estrategia-para-derrotar-reformas 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

CTB lança campanha nacional para denunciar o desmonte da Previdência; acesse aqui e divulgue!



A Proposta de Emenda Constitucional 287 já está tramitando no Congresso Nacional e sua aprovação irá revogar direitos históricos da classe trabalhadora. Há um ano a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) vem alertando a sua base sindical e a população em geral sobre os riscos que todos nós corremos se a reforma for aprovada no Congresso da maneira como está.
Para reforçar esta resistência, além de muita mobilização pelo país, a CTB produziu uma campanha nacional para responder à propaganda oficial do governo e desmontar dados falaciosos divulgados, como o suposto déficit da previdência social, que é amplamente desmentido por especialistas.

Com o mote “É o fim do mundo!”, a campanha vai abordar os principais temas que ameaçam os direitos da classe trabalhadora. O primeiro da série é “Acabar com a Previdência. É o fim do mundo!”, seguido da convocação: “Lutar agora para garantir a sua aposentadoria”. Em diferentes formatos, as chamadas estarão em mídias virtuais (redes sociais e Portal CTB) e físicas (cartazes, outdoors e camisetas).
Para a secretária de Comunicação da CTB, Raimunda Gomes, a campanha é de fundamental importância para a aglutinação de forças junto aos diversos segmentos da sociedade.
"A tarefa de cada um é divulgar, debater e esclarecer as artimanhas da proposta golpista, que não só retira direitos e nivela por baixo as aposentadorias, como desmonta o projeto de seguridade social que temos hoje. Essa reforma visa sucatear a previdëncia pública para fortalecer os fundos de previdência privada, ou seja, é farrear com o dinheiro alheio", denuncia.
A CTB também está distribuindo uma cartilha informativa, com explicações detalhadas sobre os efeitos da mudança nos diferentes segmentos da população e na economia do país como um todo.
O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, vê na campanha um reforço importante no combate às políticas retrógradas da atual gestão. “Nossa luta segue firme contra a agenda antipovo proposta por Michel Temer. Nossa bandeira primordial é resistir a todo custo. Não há nada que nos faça abrir mão das conquistas históricas da classe trabalhadora”, afirma.

Portal CTB
 link: http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/31604-ctb-lanca-campanha-nacional-para-alertar-e-esclarecer-sobre-os-riscos-da-reforma-da-previdencia